Fotógrafa volta à maternidade para registrar partos humanizados

Postado em Assessoria de Imprensa

A Maternidade Bairro Novo é referência em parto humanizado em Curitiba e o trabalho feito para auxiliar as grávidas a dar à luz será tema, pela segunda vez, da produção fotográfica do projeto Parto Delas, da fotógrafa e jornalista Luciana Zenti, a partir de setembro.
 
O trabalho realizado pela maternidade já havia sido registrado pelas lentes de Luciana no final de 2016, quando passou seis meses fotografando o momento da chegada dos bebês, resultando em exposições e prêmios.
 
A parceria deu tão certo que Luciana volta à maternidade para um novo ciclo de cliques. Desta vez, a intenção é dividir o protagonismo: além de mirar as lentes nas gestantes em trabalho de parto, pretende focar quem as apoia nesse momento: os médicos e as enfermeiras obstetras e outros funcionários.
 
Na primeira série de fotos, Luciana acompanhou 30 partos. O foco eram as mães. “Fiquei impressionada em ver esse SUS que dá certo, com profissionais comprometidos, fazendo coisas excelentes. Vi profissionais recebendo os bebês sorrindo, esse é um sinal de um atendimento com respeito”, conta a fotógrafa.
 
As fotos também valorizam a imagem da mulher atendida pela maternidade, muitas delas de baixa renda e que não teriam uma produção fotográfica da gestação. Para a diretora executiva da Maternidade Bairro Novo, Edinalva Ferreira de Carvalho, ver as fotos do Parto Dela expostas em diferentes locais é um reconhecimento ao trabalho de sua equipe.
 
“Conquistamos e mantemos índices de mais de 75% de partos naturais e sempre buscamos melhores condições de atendimento para as mães e os bebês. O parto humanizado só é possível com uma equipe que trabalha com amor pelo que faz e é o que temos aqui”, diz Edinalva.
 
A fotógrafa conta que só acompanha os trabalhos de parto que são devidamente autorizados pela gestante e pela equipe de trabalho e que não tenta passar despercebida. “Como cada parto tem seu tempo e às vezes são muitas horas de espera, interagir com a mãe tornou-se natural”, relata.