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Com alta tecnologia, Laboratório Municipal faz 600 mil exames mensais

Postado em Assessoria de Imprensa

Para o diagnóstico de doenças de forma precisa e rapidez nos atendimentos realizados na rede pública de saúde, Curitiba tem um laboratório próprio de análises clínicas. Localizado no Novo Mundo, o Laboratório Municipal de Curitiba conta com uma estrutura capaz de realizar 600 mil exames mensais, de 142 tipos e diferentes níveis de complexidade.
 
O alto nível de automação, informatização e tecnologia dos equipamentos, aliado aos conhecimentos de uma equipe especializada, fazem do espaço curitibano uma estrutura de referência para outros laboratórios públicos e privados do mundo.
“Buscamos o melhor da ciência para o diagnóstico preciso das demandas em saúde na cidade. A tecnologia do Laboratório Municipal reduz o tempo de análise e entrega de exames, com alta qualidade nos resultados, o que é um orgulho para Curitiba em inovação e tecnologia”, diz a secretária municipal da Saúde, Beatriz Battistella.
 
O laboratório atua 24 horas todos os dias e realiza os exames a partir de amostras biológicas (sangue, urina, fezes, secreções) solicitados em todas as unidades de saúde e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da cidade, nos hospitais Municipal do Idoso e do Bairro Novo e no Centro de Orientação e Aconselhamento (COA).
 
Esteira de automação 
A mais recente aquisição em tecnologia do laboratório foi a instalação da esteira de automação, presente em poucas unidades do país. O equipamento encaminha as amostras para análise de exames de forma totalmente automatizada, substituindo um processo que era manual.
 
A esteira recebe as amostras, as identifica e separa cada uma de acordo com os exames que serão realizados. Pela leitura do código de barras, a esteira encaminha as amostras para procedimentos de centrifugação, destampamento dos tubos e direcionamento aos equipamentos que fazem as análises e, depois, para armazenamento.
 
Todo o processo é acompanhado digitalmente. A qualidade é controlada desde o momento da coleta da amostra na unidade de saúde, passando pela conferência das análises feitas pelos profissionais do laboratório até o encaminhamento dos resultados ao prontuário eletrônico do paciente. 
 
Vantagens
O paciente é o principal beneficiado pela estrutura automatizada e informatizada do Laboratório Municipal, ao receber os resultados em menor tempo, o que permite tomadas de decisão médicas mais céleres para definir a sequência nos tratamentos, evitam internamentos e uso de insumos mais complexos.
 
No setor de Microbiologia, por exemplo, a análise de bactérias, que antes levava cerca de 48 horas, agora é liberada em até 6 horas. A implantação do teste rápido molecular – outra inovação do laboratório curitibano – detecta diagnóstico para tuberculose em até duas horas, enquanto outras metodologias levam até 42 dias para o resultado. 
 
Com a equipe técnica mais voltada à análise de qualidade do que no manuseio das amostras, evita-se o risco de lesões dos profissionais por esforços repetitivos.
 
O meio ambiente também ganha: com menos material coletado, tem-se menos material a ser descartado. A informatização elimina a necessidade de impressão de documentos e de transporte para entrega de resultados, reduzindo a emissão de CO2.
 
Recursos humanos
O Laboratório Municipal conta com uma equipe especializada. Ao todo, 127 profissionais atuam diretamente na unidade, entre farmacêuticos, biomédicos, técnicos de patologias e de enfermagem, biólogos, enfermeira, equipes de limpeza, de informática, almoxarifado e administrativa. 
 
Alta complexidade
Entre os exames mais solicitados no Laboratório Municipal estão glicose, hemograma, colesterol, triglicerídeos, creatina, TSH.
 
O laboratório também presta apoio diagnóstico para programas estratégicos da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), como os testes do pré-natal da Rede Mãe Curitibana Vale a Vida, Programa Hipertensos, Diabetes, IST/Aids, Tuberculose e Hepatites.
 
Por isso realiza também testes complexos, como os de biologia molecular. Entre eles, o CD4 e CD8, que fazem a contagem de linfócitos, usados para avaliar o sistema imunológico de pessoas com diagnóstico de infecção pelo HIV e a quantificação da carga viral de pacientes em tratamento de HIV e hepatites B e C.